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Montanhas do Paraná e do Brasil

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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Trilha Lagoinha do Leste - Florianópolis - SC

Quatro dias em Bombinhas foi maravilhoso, visitemos várias praias inclusive a minha preferida que é a Praia de Sepultura. Fizemos algumas trilhas e curtimos muita praia. Mas agora o nosso destino é Florianópolis e fazer uma nova trilha, Lagoinha do Leste. Reservei uma pousada na praia de Campeche, a mais próxima possível que eu consegui da trilha, combinei com vários amigos de Floripa para realizar conosco essa trilha, mas somente o Evaldo pode ir. Acertei alguns detalhes também com a nossa parceira de trilha a Viviane Canuta em ir conosco e ela não pensou duas vezes. Chegamos em Florianópolis na quinta-feira bem depois do almoço, o clima estava quente, mas já tinha uma previsão de chuva na sexta feira, dia da nossa trilha. Chegamos na pousada que tinha reservado e um susto, ninguém na casa, alguns moradores da rua não souberam me informar se ali tinha realmente tinha uma pousada. Endereço certo, número também, no site era exatamente a casa que estava bem na nossa frente. Não é bem uma pousada, e sim uma casa de madeira. Ficamos bastante preocupados, pois já imaginei sendo lesado, mas foi só um susto, logo no meu whatsapp tinha uma mensagem dos proprietários informando que tivera que sair e que logo voltava. Resolvemos então conhecer a praia que fica bem próximo a pousada. O mar estava bem bravo, voltei para pegar algumas coisas no carro, foi então que os donos da pousada apareceram.

O pessoal da pousada me pediu desculpas e claro que aceitei numa boa. Não vi problema algum pois não estávamos ali para apreciar e sim para dormir, pois no dia seguinte íamos iniciar uma nova trilha. A pousada não era assim uma pousada, parecia mais um hostel, tinha dois quartos, uma sala e um banheiro bem simples e os donos moravam embaixo, me senti até confortável e a vontade. Local era tranquilo e sossegado, propício para quem quer descansar antes de uma longa trilha. Eu e minha esposa fomos comprar alguma coisa para o lanche do dia seguinte e também pão para o nosso café da tarde, pois estávamos com bastante fome. No dia seguinte a previsão do tempo não tinha errado, começava a chover e a ventar forte. Pelo whatsapp conversei com o Evaldo e a Viviane que estava em Palhoça para acertar se realmente iriamos enfrentar chuva e vento na trilha. Eles estavam dispostos a fazer a trilha de qualquer maneira, então, partimos com o tempo assim mesmo.

Chegamos na praia do Matadeiro onde se inicia a trilha, a chuva tinha dado uma leve trégua, mas o vento ainda soprava forte. Deixamos carro e moto num estacionamento de rua nas proximidades e começamos a caminhar direto para a trilha. No início passa-se por uma ponte e segue para a praia do Matadeiro, um ponto de referência para quem quiser começar a trilha é deixar o carro próximo a igrejinha do local, bem numa rua onde tem um modulo policial. Existe estacionamento pago também. A ponte fica depois da vila dos pescadores, por essa ponte atravessa-se um rio para chegar até a praia do Matadeiro. Iniciamos nossa trilha já passava das 9:30, logo chegamos a trilha da Lagoinha, no começo é fácil, poucos obstáculos e uma subida leve. Quando chegamos na primeira vista da encosta, logo começou a chover, a chuva ainda era leve. A vista já nos mostrava que a trilha era linda, o mar estava bem agitado, de longe avistamos armadilhas para peixe e a praia do Matadeiro começava a ficar para trás. Continuamos nossa trilha e logo a chuva começava a apertar e foi assim até o final da nossa trilha. De longe avistamos um grupo de jovens que também estava fazendo essa trilha, um deles carregava uma prancha de surf.

Depois de uma hora e meia de trilha começamos a caminhar sobre o costão, um visual lindo e muito vento. As ondas batiam nas pedras com força, Evaldo nos contou que é possível chegar mais próximo da encosta e até pescar, e nos contou também que é possível ver baleias nas proximidades. Continuamos nossa trilha embaixo de muita chuva e vento, tiramos poucas fotos, pois era impossível usar a máquina naquele local. Logo avistei uma gruta bem no costão, tem uma trilha que chega próximo, mas como estávamos com nosso tempo curto e chuva apertando não quis nem pensar em chegar próximo. Depois de duas horas de trilha avistamos a Praia da Lagoinha do Leste, uma praia linda e deserta, cercado por um pedaço da mata Atlântica. Era possível avistar algumas barracas, algumas pessoas, mas era bem pouca. A praia tem esse nome justamente por causa de uma lagoa que fica próximo a margem da praia, O local é ideal para que gostar se surfar.  Fizemos um lanche embaixo de uma pedra que segurava o vento e a chuva e continuísmo a nossa caminhada. Começamos a descer o morro e a chuva começava a ficar mais forte ainda, nós quatro já estávamos saturados de tanta água.

Para chegar na praia é preciso descer um morro de uns 100 metros, chegamos na areia da praia e ficamos em baixo de um quiosque e ali tomamos a decisão de não subir o morro da Coroa que fica a mais de 200 metros de altura, pegamos a trilha que vai para a praia do Pântano. Essa trilha já é mais curta, porém é de morro acima, começamos a encontrar muitas pessoas na trilha que estavam indo até a Lagoinha, uns com barracas outros com pranchas. A trilha é única e não tem como se perder. O percurso da Lagoinha até o Pântano leva em torno de uma hora de caminhada, num total de quatro horas de caminhada sem ir para o morro da Coroa. Nosso destino agora era chegar até a estrada e pegar um ônibus até onde deixamos nosso carro e moto. Logo avistamos a civilização e a estrada, paramos num ponto de ônibus e esperamos uns 40 minutos para o próximo ônibus. Depois de muita chuva, vento, trilha molhada e frio, chegamos no nosso carro. Dessa vez nos hospedamos na casa do Evaldo, ele nos acolheu muito bem. Minha esposa Antônia e nossa amiga Viviane estavam bem cansadas. No dia seguinte era voltar para Curitiba e ficar lembrando dos bons momentos que Bombinhas e Florianópolis nos proporcionaram. Dias que vão ficar na memoria para sempre. 
Vídeo da trilha aqui 

Praia do Matadeiro 

Praia do Matadeiro ao fundo

A trilha começa aqui











A gruta

Praia da Lagoinha e o Morro da Coroa

A lagoinha que da o nome a praia.

sábado, 16 de abril de 2016

Trilha da Costeira do Zimbro e Morro dos Macacos



Ir para Bombinhas –SC e não aproveitar as trilhas que essa cidade proporciona é um crime contra a natureza. Bombinhas além de ser uma linda cidade tem praias de águas claras e limpas e um pessoal hospitaleiro, tem diversas trilhas que qualquer um pode apreciar. Aproveitando nossas férias, eu e minha esposa não pensamos duas vezes. Fiz reserva na pousada Mar de Bombinhas (clique aqui), que indico para quer quiser se hospedar, de frente para o mar e bem próximo ao morro dos Macacos, próximo também da trilha da Tainha. Uma pousada tranquila bem limpa e organizada. Gustavo e sua esposa são bem atenciosos e deixa você a vontade. É claro que como toda pousada existe suas regras e elas devem ser respeitadas.
                 Quatro dias, tempo necessário para fazer algumas das trilhas. No dia seguinte fomos fazer a trilha da Costeira do Zimbro, uma trilha de aproximadamente 8 km de ida e volta, que leva você a quatro lindas praias desertas. O dia amanheceu com algumas nuvens e boa previsão de chuva, mas ela passou bem longe. Começamos nossa trilha já era umas nove da manhã. O clima não estava tão quente, um senhor logo me informou que era para nós termos cuidado para não encontrar dois bois bravos que escaparam e estavam na trilha. Andamos com cautela para não ser atropelados por eles. Nos primeiros 15 minutos de caminhada já avistamos a primeira praia chamada praia do Cardoso, o mar estava calmo. Encontramos uma árvore na areia que provavelmente foi trazida pela maré. Tiramos algumas fotos e fomos logo para a próxima praia.                  
              Mais 30 minutos já estávamos na próxima praia conhecida como Praia da Lagoinha, o nome se dá por uma lagoa que fica as margens da praia, mais ao fundo dessa lagoa tem uma represa aonde muitos gostam de se banhar. Paramos numa sobra, fizemos um rápido lanche e partimos para a Praia Triste. A trilha estava tranquila ninguém passava por nós, era somente eu e minha esposa, nos sentíamos dono daquele lugar maravilhoso. Depois de 1:20 de caminhada chegamos na Praia Triste, tem esse nome segundo os moradores antigos por causa da época dos escravos. Era naquele lugar que separavam os homens de suas mulheres e filhos. Um momento triste da nossa história dando origem ao nome da praia.  Bem no começo da praia existe uma casa, bem próximo passa um pequeno rio, tiramos algumas fotos e continuamos, nosso destino agora era a praia Vermelha.
               O trecho mais puxado foi no final da praia Triste, uma bela subida de tirar o fôlego de qualquer um. É o ponto mais pesado da trilha, logo avistamos uma cobra, descendo o vale já era possível avistar nossa próxima praia, passamos por um pequeno pedaço da mata Atlântica. Depois de 40 minutos desde a praia Triste chegamos a praia Vermelha, que tem esse nome por causa do barro vermelho que desce das encostas dos morros e encontra o mar, a areia também é levemente vermelha. Fomos recepcionados por um cão que cuida de uma casa bem a beira mar, no local mora um senhor que logo foi conversar com a gente. Fomos até o final da praia Vermelha e logo voltamos, estávamos bem próximo da divisa entre Bombinhas e Porto Belo. Paramos numa sobra de árvore próximo a casa e fomos nos divertir um pouco no mar, senti que o local é bem fundo. Quando estavamos pronto para voltar, o senhor que mora na casa veio nos cumprimentar e conversar conosco. Senhor Onisvaldo como é chamado, nos contou diversas histórias e como ele faz para viver ali naquele lugar tão sozinho. Vivendo de pesca e da aposentadoria, nos disse que existe muitos que vão até a praia Vermelha para deixar lixo e até mesmo roubar. É lamentável ouvir isso. Conversamos bastante com ele e logo começamos nossa trilha de volta. Já passava do meio dia quando chegamos de volta na praia da Lagoinha, paramos para comer algo e ficamos brincando no mar com o snorkel que eu tinha comprado. No final da trilha percebemos que não encontramos nenhum boi. Comprei um peixe e voltamos para a pousada felizes por mais uma trilha.
Assista aqui o vídeo da trilha da Costeira do Zimbro 



Praia do Cardoso

Ao fundo município de Gov. Celso Ramos





Praia Triste

Extensão da Lagoinha

Banho na praia Vermelha



Sr. Onisvaldo único morador da praia Vermelha
Praia Triste

Casa na praia Triste

Praia Vermelha

Final da praia Triste


Praia da Lagoinha



Arvore na praia do Cardoso
Tempo estimado por cada praia
Zimbro até Cardoso: 15 minutos.
Cardoso até a Lagoinha: 20 minutos
Lagoinha até a Triste: 40 minutos.
Triste até Vermelha 40 minutos
Total aproximadamente com longas paradas: 2 horas de trilha (ida).
Nossa próxima trilha agora era fazer o Morro dos Macacos.



Morro dos Macacos 

Na quinta feira, antes de saímos da pousada resolvemos fazer a trilha do Morro dos Macacos que fica bem próximo a pousada, saímos bem cedo, para dar tempo e arrumar tudo antes de ir para Florianópolis e fazer outra trilha que nos aguardava. A subida para o Morro dos Macacos é fácil, a entrada é a mesma para quem vai para a trilha da Tainha. Deve-se ir até o trapiche de Canto Grande e entrar a direita, existe uma placa informado. Em quarenta minutos já estávamos no cume do morro. Uma vista linda, é possível avistar bem próximo todo Mariscal e Zimbro. No cume um senhor com seu filho apreciava aquela paisagem. Tiramos algumas fotos, e logo voltamos. Na volta encontramos um rapaz com uma caixa de isopor e gelo, perguntei se ele ia fazer um churrasco, foi até engraçado a resposta dele, me informou que vende água lá em cima. Chegamos na pousada, guardamos o resto que faltava nos despedimos do Gustavo e de sua esposa e fomos para Florianópolis para fazer nossa próxima trilha, Lagoinha do Leste.

Início da trilha Morro do Macacos/Trilha da Tainha


É possível avistar as três praias, depois de Zimbro (Cardoso, Lagoinha,
Triste a praia Vermelha fica bem na esquerda escondia)
4 Ilhas 

Praia Canto Grande e ao fundo Zimbro


Mirante 360°


Esquerda Canto Grande, direita Mariscal, mais a direita e ao fundo 4 Ilhas

Ao fundo Ilha dos Macacos 




terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

4 cachoeiras e um Canyon - parte final - Salto da Mariquinha.


No terceiro dia da nossa aventura o tempo amanheceu com uma pequena vontade de chover, mas era só impressão, logo o sol tomou conta de todo camping. Muitos que estavam acampando já começará a desmontar seus equipamentos para voltar para casa. Já era carnaval e nós nem sabíamos o que estava acontecendo no mundo. Estávamos isolados de internet, tv, celular, etc. Muito bom se pensar direito. Tomamos um café bem reforçado, nos despedimos dos nossos novos amigos que já estava com tudo desmontado e começamos lentamente desmontar nossas coisas. E colocar tudo aquilo no carro não foi fácil, mesmo voltando um pouco mais leve, ainda sim tive que fazer manobras para que coubesse tudo de novo. Nosso próximo destino agora era o Salto da Mariquinha em Ponta Grossa. Voltamos pela mesma rodovia que corta Tibagi, já era umas dez horas da manha quando saímos do camping. Nossa previsão era de chegar no salto da Mariquinha no máximo as 13:00 horas.


Salto da Mariquinha

A Cachoeira da Mariquinha é uma Unidade de Conservação localizada a aproximadamente 30 quilômetros do centro da cidade. No percurso de acesso, a trilha é ladeada por formações de arenito e capões de mata nativa. Aos pés da sua cascata de 30 metros de altura, forma-se um balneário de rara beleza. Um espaço para aqueles que buscam um contato harmonioso com a natureza, sendo um local ideal para acampamentos e caminhadas nas trilhas pela mata nativa da região. Distância do centro: aproximadamente 30 quilômetros. Fonte: (site da prefeitura de Ponta Grossa).

Em duas horas de viajem já estávamos em Ponta Grossa. Logo percebemos que a cidade estava calma. Imaginei então que o salto poderia estar tranquilo ou todo o povo daquela cidade visitando suas cachoeiras. O acesso é quase o mesmo para quem vai para o Buraco do Padre, pela Rodovia do Talco – PR 513. No Km 18.6, a partir do campus Uvaranas da UEPG, logo após o vilarejo do Passo do Pupo, deve-se virar à direita para uma estrada não pavimentada. Após percorrer 1,4 Km deve-se virar à direita em uma bifurcação e seguir pela mesma estrada por 12 Km até chegar ao atrativo. Uma estrada que corta muitas plantações de soja e milho. Avistávamos de longe um tapete de plantações, simplesmente lindo. A estrada não é muito bom e tem muitos trechos estreitos que só passa um carro. É preciso tem paciência e um carro alto para não ficar enganchando nas pedras. Demorou mais de quarenta minutos para chegar até a fazenda. Pagamos uma taxa de R$ 5,00 cada, nem tem uma estrutura boa, banheiro mesmo somente aqueles químicos, não tem lugar para se trocar adequadamente e a lanchonete não é muito boa, portanto é bom levar algo para comer. Percebemos que o povo de Ponta Grossa estava em peso naquele lugar. Estava cheio de mais, deixamos o carro numa sombra, a ideia era ficar o máximo de tempo possível. 

Descemos a pé por uma estrada e logo começamos a trilha. Tinha muita gente espalhada aos redores. Fazendo churrasco e aproveitando o dia. De cara percebi que o local é muito visitado. Em 25 minutos de trilha chegamos no salto, estava lotado, tinha gente para tudo qualquer quanto. Quase não dava para entrar na água. Avistamos pessoas fazendo rapel e percebi muita falta de experiência de quem estava conduzindo o rapel, não tinha capacete de proteção e nem segurança adequada. O Vini logo saiu para brincar na água enquanto achamos um espaço na areia para ficar, mas está muito difícil por causa do sol. Comemos algumas coisas que tinha sobrado e fomos tirar algumas fotos e brincar na água para fechar aquela nossa aventura com chave de ouro. O local me incomodou muito, talvez estava já cansando e com muita vontade de chegar logo em casa. Ficamos umas duas horas no local e logo pegamos nossas coisas e saímos, nós quatro já estávamos bem satisfeitos, agora era só voltar para casa e contar as histórias desses três dias maravilhosos. Na volta muitos ainda estavam começando a chegar no salto. Não tinha mais lugar para deixar o carro. O nosso retorno foi mais chato, demoramos muito para chegar a rodovia. Já passava das 15:00 quando finalmente chegamos na rodovia do Talco, logo pegamos a estrada que leva até a rodovia 376, onde seguimos para Curitiba com o transito bem tranquilo.

Foram num total de 542 km de estrada, 4 lindas cachoeiras e o belo Canyon do Guartelá, foram dias maravilhosos, sem estres, sem som alto, sem barulho de carnaval, somente a natureza a nosso favor. E com certeza isso ira se repetir no próximo ano.










Resumo final


Salto Buraco do Padre
Distância do Centro de Ponta Grossa: 22 km, sendo 6 km de estrada de chão.
Local de fácil acesso para todas as idades, porém com algumas limitações pessoais podem ter dificuldade para chegar até o salto.

Tempo de caminhada: 15 minutos, dá para ir até de chinelo.
Não tem lanchonete ou restaurante no local, somente na estrada próximo a rodovia do Talco

Altura da queda: 30 metros.

Ideal para banho: Sim, até da para ficar de baixo da cachoeira, porém a água é bem gelada.

Entrada: R$ 10,00 inteira ou meia R$ 5,00

Estruturas: Banheiros, churrasqueiras, estacionamento, locais para banho e local para pic-nic.
Mais informações aqui


Canyon do Guartelá
Distancia de Tibagi: 20 km, existe um pequeno trecho de estrada de chão, mas é uma estrada boa.
Local de fácil acesso para todas as idades, o pessoal do parque leva e traz até o final da estrada com o carro de apoio para pessoas de idade e com deficiência motora.

Tempo de caminhada: Para percorrer todo o percurso básico, levasse em torno de 2 horas, mas com muitas paradas para tirar foto. A trilha é toda com calçada de madeira. Existe apenas os panelões para banho. No local não tem lanchonete, somente na entrada do parque próximo a rodovia.

Local para visitação trilha básica: Poço do Sumidouro, mirante, Cachoeira da Ponte de Pedra.

Ideal para banho: Somente no Poço do Sumidouro.

Entrada: Grátis

Estruturas: Casa de apoio (base do parque), banheiros somente na casa de apoio e mais próximo a fazenda particular (existe placas de localização), estacionamento e quiosques. (somente próximo aos banheiros).

Salto Santa Rosa
Distancia de Tibagi: 18 km, sendo 11 de estrada de chão, é preciso ter muita paciência, mas a estrada é larga e fácil acesso.

Tempo de caminhada: 5 minutos, existe um trecho para passar do outro lado da cachoeira que é necessário entrar na água, mas é bem tranquilo e fácil acesso.

Altura da queda: 60 metros.

Ideal para banho: Somente na beira da cachoeira, é proibido mergulho. Mas existe lugares bom para banho dentro da fazenda.

Entrada: R$ 10,00 com direito a usar toda a estrutura do local.

Estruturas: Lanchonete, estacionamentos, quiosques, churrasqueiras, piscinas, rios para banho, banheiros, chuveiros e casa para locação.

Salto Puxa Nervos 
Distancia de Tibagi: 18 km, sendo 11 de estrada de chão, é preciso ter muita paciência, mas a estrada é larga e fácil acesso.

Tempo de caminhada: 10 minutos, fácil acesso para todas a idades e também para pessoas com algumas limitações.

Altura da queda: 45 metros.

Ideal para banho: Sim, é possível chegar bem em baixo da queda. Ótimos para toda a família Não existe local para mergulho.

Entrada: R$ 5,00

Estruturas: Lanchonete e restaurante, estacionamentos, banheiros e campings
Tanto o Salto Puxa Nervos e Santa Rosa é possível fazer rapel, cavalgadas e trilhas. As duas cachoeiras são próximas uma da outra. Informações aqui.

Salto da Mariquinha
Distância do Centro de Ponta Grossa: 30 km, sendo 12 km de estrada de chão não muito boas. Mesma rodovia que segue para o Buraco do Padre, porém um pouco a frente

Tempo de caminhada: 25 minutos de trilha de fácil acesso, porém com algumas limitações pessoais podem ter dificuldade para chegar até a queda.

Altura da queda: 30 metros.

Ideal para banho: Sim, é possível chegar bem em baixo da queda. Ótimos para toda a família.

Entrada: R$ 5,00

Estruturas: Lanchonete (não recomendo), estacionamentos, banheiros, campings e locais para churrascos. Informações aqui.