Montanhas do Paraná e do Brasil

Montanhas do Paraná e do Brasil

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Quatro picos brasileiros têm sua altitude alterada

Medir a altitude das montanhas mais altas do País. Um projeto antigo e audacioso, mas que proporcionará uma atualização dos dados cartográficos em todo território brasileiro. O projeto traz outra vantagem: a correção nos valores das altitudes brasileiras até então estabelecidas ajudará a atualizar as cartas aeronáuticas e poderá até prevenir acidentes aéreos nas regiões pesquisadas. Um acordo de parceria científica entre o IBGE e o Instituto Militar de Engenharia (IME) possibilitou o levantamento de informações para um novo cálculo de altitude de quatro picos brasileiros. Denominado Projeto Pontos Culminantes, o trabalho tem como principal objetivo medir com absoluta exatidão as altitudes dos pontos mais elevados do País. Utilizando recursos mais modernos e novas tecnologias, como o GPS (Sistema de Posicionamento Global) - sofisticado sistema de navegação e posicionamento por satélite -, as expedições realizadas este ano revelaram mudanças nas altitudes de quatro picos brasileiros: Pico da Neblina, Pico 31 de Março, Pico das Agulhas Negras e Pico da Pedra da Mina. E o projeto não pára por aí: ainda este ano, o IBGE pretende medir as altitudes do Pico da Bandeira (cujo último valor de altitude é 2889,8 m) e do Pico do Cristal (2780 m), ambos na divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo.

Veja abaixo as novas determinações altimétricas para os Pontos Culminantes do Brasil.

Foi pensando em melhor atender às demandas e disponibilizar informações mais precisas para a sociedade que a Coordenação de Geodésia do IBGE criou o Projeto Pontos Culminantes.

A parceria IBGE/IME deu certo e quatro picos brasileiros já têm valores de altitudes corrigidos. Apesar de dificuldades como clima instável, difícil acesso e peso do equipamento, a equipe envolvida no Projeto ficou satisfeita com os resultados. A escalada contou, ainda, com a participação de um técnico especializado em Geodésia e dois engenheiros-cartógrafos do IBGE, encarregados de instalar e utilizar de forma correta o receptor do GPS geodésico, além dos militares responsáveis pela logística.

Nova medição revela mudança de posição entre o Pico da Pedra da Mina e o Pico das Agulhas Negras

Localizados no estado do Amazonas, mais precisamente no município de São Gabriel de Cachoeira, o Pico da Neblina e o Pico 31 de Março são os dois pontos mais altos do Brasil. A nova medição apenas confirmou os dados que já haviam sido divulgados em outras expedições a essas regiões. A novidade, no entanto, ficou por conta da mudança de posição entre os dois maiores picos da Serra da Mantiqueira. A suspeita, que já existia, pôde agora ser confirmada pelo IBGE: o Pico da Pedra da Mina, localizado no município de Passa-Quatro, Minas Gerais, é mais elevado do que o Pico das Agulhas Negras, pertencente à Itatiaia, no Rio de Janeiro.

Medições anteriores eram feitas com barômetro

Instituição oficial de Geografia e gestor do Sistema Geodésico Brasileiro, o IBGE é o órgão responsável pela correta caracterização do território brasileiro, bem como pela divulgação de informações sobre a sua dimensão espacial.

Antes de 2004, a última medição havia sido feita na década de sessenta pelo Ministério das Relações Exteriores, através da Primeira Comissão Demarcadora de Limites. Naquela época, utilizou-se o barômetro, instrumento criado no século XVII para indicar a pressão atmosférica, a altitude e prováveis mudanças do tempo. A partir da criação de novas tecnologias, tornou-se possível medir com mais precisão as altitudes dos mais elevados pontos do País. O GPS (em inglês, Global Positioning System) foi desenvolvido nos Estados Unidos e começou a ser comercializado a partir dos anos oitenta.


Fonte IBGE

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

100 montanhas mais altas do Mundo

1 Monte Everest 8.848 Nepal / China (Tibete)

2 K2 8.611 Paquistão / China (Xinjiang)

3 Kangchenjunga 8.586 Nepal / Índia

4 Lhotse 8.516 Nepal / China (Tibete)

5 Makalu 8.485 Nepal / China (Tibete)

6 Cho Oyu 8.188 Nepal / China (Tibete)

7 Dhaulagiri 8.167 Nepal

8 Manaslu 8.163 Nepal

9 Nanga Parbat 8.125 Paquistão

10 Annapurna I 8.091 Nepal

11 Gasherbrum I 8.080 Paquistão / China (Xinjiang)

12 Broad Peak 8.051 Paquistão / China (Xinjiang)

13 Gasherbrum II 8.034 Paquistão / China (Xinjiang)

14 Shishapangma 8.027 China (Tibete)

15 Gyachung Kang 7.952 Nepal / China (Tibete)

Gasherbrum III 7.946 Caxemira ( Paquistão)

16 Annapurna II 7.937 Nepal

17 Gasherbrum IV 7.932 Caxemira ( Paquistão)

18 Himalchuli 7.893 Nepal

19 Distaghil Sar 7.884 Caxemira ( Paquistão)

20 Ngadi Chuli 7.871 Nepal

Nuptse 7.864 Nepal

21 Khunyang Chhish 7.823 Caxemira ( Paquistão)

22 Masherbrum 7.821 Caxemira ( Paquistão)

23 Nanda Devi 7.816 Índia

24 Chomo Lonzo 7.804 China (Tibete)

25 Batura Sar 7.795 Paquistão

26 Kanjut Sar 7.790 Paquistão

27 Rakaposhi 7.788 Paquistão

28 Namcha Barwa 7.782 China (Tibete)

29 Kamet 7.756 Índia

30 Dhaulagiri II 7.751 Nepal

31 Saltoro Kangri 7.742 Caxemira

32 Jannu 7.711 Nepal

33 Tirich Mir 7.708 Paquistão

Molamenqing 7.703 China (Tibete)

34 Gurla Mandhata 7.694 China (Tibete)

35 Saser Kangri I 7.672 Caxemira ( Índia)

36 Chogolisa 7.665 Caxemira ( Paquistão)

Dhaulagiri IV 7.661 Nepal

37 Kongur Tagh 7.649 China (Xinjiang)

Dhaulagiri V 7.618 Nepal

38 Shispare 7.611 Caxemira ( Paquistão)

39 Trivor 7.577 Caxemira ( Paquistão)

40 Gangkhar Puensum7.570 Butão / China (Tibete)

41 Gongga Shan 7.556 China (Sichuan)

42 Annapurna III 7.555 Nepal

43 Muztagh Ata 7.546 China (Xinjiang)

44 Skyang Kangri 7.545 Paquistão / China (Xinjiang)

45 Changtse 7.543 China (Tibete)

46 Kula Kangri 7.538 China (Tibete)

47 Kongur Tiube 7.530 China (Xinjiang)

48 Mamostong Kangri7.516 Caxemira ( Índia)

49 Saser Kangri II 7.513 Caxemira ( Índia)

50 Ismail Samani 7.495 Tadjiquistão

51 Saser KangriIII 7.495 Caxemira ( Índia)

52 Noshaq 7.492 Afeganistão / Paquistão

53 Pumari Chhish 7.492 Caxemira ( Paquistão)

54 Pasu Sar 7.476 Caxemira ( Paquistão)

55 Yukshin Gardan Sar7.469 Caxemira ( Paquistão)

56 Teram Kangri I 7.462 Caxemira

57 Pico Jongsong 7.462 Nepal / China (Tibete)

58 Malubiting 7.458 Caxemira ( Paquistão)

59 Gangapurna 7.455 Nepal

60 Jengish Chokusu 7.439 Quirguistão / China (Xinjiang)

61 K12 7.428 Caxemira

62 Yangra (GaneshI)7.422 Nepal / China (Tibete)

63 Sia Kangri 7.422 Caxemira

64 Momhil Sar 7.414 Caxemira ( Paquistão)

65 Kabru N 7.412 Nepal / Índia

66 Skil Brum 7.410 Paquistão / China (Xinjiang)

67 Haramosh 7.409 Caxemira ( Paquistão)

68 Istor-o-Nal 7.403 Paquistão

69 Ghent Kangri 7.401 Caxemira

70 Ultar Sar 7.388 Caxemira ( Paquistão)

71 Rimo I 7.385 Caxemira

72 Churen Himal 7.385 Nepal

73 Teram Kangri III7.382 Caxemira

74 Sherpi Kangri 7.380 Caxemira ( Paquistão)

75 Labuche Kang 7.367 China (Tibete)

76 Kirat Chuli 7.362 Nepal / Índia

Abi Gamin 7.355 Índia / China (Tibete)

77 Nangpai Gosum 7.350 Nepal / China (Tibete)

Gimmigela 7.350 Nepal / Índia

78 Saraghrar 7.349 Paquistão

79 Chamlang 7.321 Nepal

80 Chomolhari 7.315 Butão / China (Tibete)

81 Chongtar 7.315 Caxemira / China (Xinjiang)

82 Baltoro Kangri 7.312 Caxemira ( Paquistão)

83 Siguang Ri 7.309 China (Tibete)

84 Crown Peak 7.295 Caxemira / China (Xinjiang)

85 Gyala Peri 7.294 China (Tibete)

86 Porong Ri 7.292 China (Tibete)

87 Baintha Brakk 7.285 Caxemira ( Paquistão)

88 Yutmaru Sar 7.283 Caxemira ( Paquistão)

89 Pico Baltistan(K6)7.282 Caxemira ( Paquistão)

90 Kangpenqing 7.281 China (Tibete)

91 Muztagh Tower 7.276 Caxemira ( Paquistão)

92 Mana 7.272 Índia

Dhaulagiri VI 7.268 Nepal

93 Diran 7.266 Caxemira ( Paquistão)

94 Labuche Kang III7.250 China (Tibete)

95 Putha Hiunchuli 7.246 Nepal

96 Apsarasas Kangri7.245 Caxemira

97 Mukut Parbat 7.242 Índia / China (Tibete)

98 Rimo III 7.233 Caxemira

99 Langtang Lirung 7.227 Nepal

100 Karjiang 7.221 China (Tibete)

Os quatorzes picos acima de 8 mil metros de altura

Everest 8.844 m
O Everest é a montanha mais alta do mundo. Está localizado na cordilheira do Himalaia. Situa-se na fronteira entre o Nepal e o Tibete (China). Em nepalês, o pico é chamado de Sagarmatha (rosto do céu), e em tibetano Chomolangma ou Qomolangma (mãe do universo). Os primeiros exploradores a atingir o pico do Everest, em que se tem registro, foram o neozelandês Edmund Hillary e do sherpa nepalês Tenzing Norgay, numa expedição realizada em maio de 1953.






K2 8611 m
O K2 (também conhecida como Monte Godwin-Austen, Chogori ou Dapsang, ou ainda Daniel Ruggi) ( é uma montanha da cordilheira de Karakoram, uma das cadeias dos Himalaia, na fronteira sino-paquistanesa (na região da Caxemira ocupada, no Baltistão). É o segundo pico mais alto do mundo, depois do Monte Everest. Tem uma altitude máxima de 8611 metros, mas é apenas a 22º montanha mais proeminente (4.017 m de reascensão).
Foi explorado pela primeira vez por um europeu em 1856. T.G. Montgomery, na expedição liderada por Henry Haversham Godwin-Austen, designou-o "K2" ("Karakoram 2").

Kanchenjunga 8586 m
De 1838 até 1849, acreditava-se que o Kanchenjunga era a mais alta montanha do mundo, pois desconhecia-se a altitude do Everest e do K2. É uma enorme massa montanhosa com muitos cumes satélite emergindo da sua aresta gelada. Está situada na fronteira do Nepal e Sikkim, a apenas 46 milhas a noroeste de Darjeeling. É a mais ocidental das grandes montanhas de 8.000 metros dos Himalaias. Várias são as origens do nome Kangchenjunga, mas na sua tradução literal corresponde à expressão "Os 5 Tesouros da Grande Neve", como referência aos seus cinco picos que nascem dos seus glaciares, ou aos cinco tesouros que os deuses guardam nesta montanha: ouro, prata, cobre, trigo e os livros sagrados. Esta montanha só foi escalada com sucesso em 1955, por Joe Brown e George Band (expedição britânica) tendo sido tentada pela primeira vez logo em 1905, onde quatro membros de uma expedição internacional morreram numa avalanche.

Lhotse 8516 m
Lhotse é o quarto mais elevado montanha sobre a terra e é conectado a Monte Everest através da coluna sul. O meio de Lhotse (leste) é 8.414 medidores e Lhotse Sul é 8.383 medidores.

Lhotse foi escalado primeiramente em 1956 pelo Swiss Ernst Reiss e Fritz Luchsinger. Em Maio de 1979, Zepp Maierl e Rolf Walter de Austria fêz a primeira ascensão de Lhotse sul. Em Maio de 2001, o primeiro ascensão do meio de Lhotse foi feito por Eugeny Vinogradsky, por Serguei Timofeev, por Alexei Bolotov e por Petr Kuznetsov da Russia.
Em 31 dezembro 1988, Krzysztof Wielicki, um polonês, terminou o primeiro ascensão de a 8 mil metros em inverno. Até 2003, 243 que subiram Lhotse 11 montanhistas já morreu.

Makalu 8462 m
Makalu é o quinto mais elevado montanha no mundo e é situado 22 quilômetros (14 milhas) leste de Monte Everest, na beira no meio Nepal e Tibet. Makalu é um pico isolado cuja a forma seja uma pirâmide.
Makalu foi escalado primeiramente sobre Maio 15 de 1955 por Lionel Terray e Jean Couzy a expedição conduziu por Jean Franco, quipe francesa. O Makalu foi escalado pela fase norte e pelo cume do nordeste, através da sela entre Makalu e Kangchungtse (o Makalu-La), estabelecendo a rota padrão.



Cho Oyu 8201 m
Cho Oyu (ou Cho Oyo ou Zhuoaoyou) é a sexta montanha mais alta do mundo. Está localizada na cordilheira do Himalaia, a 20 km a oeste do monte Everest. Seu nome significa "a melhor turquesa" no idioma tibetano. Foi escalado pela primeira vez em 19 de Outubro de 1954, através do lado noroeste, por Herbert Tichy, Joseph Joechler e Pasang Dawa Lama, participantes de uma expedição austríaca. A primeira tentativa de escalada foi em em 1952, por uma expedição conduzida por Eric Shipton, mas as dificuldades técnicas em um penhasco de gelo acima de 6.650 m provaram ser além de suas habilidades

Dhaulagiri 8167 m
Dhaulagiri é a sétima montanha mais alta do mundo, 8167 metros. Está localizada na cordilheira do Himalaia, na parte centro-norte do Nepal. Seu nome significa "a montanha branca".

Após a sua descoberta em 1808 pelo mundo ocidental, o Dhaulagiri ficou conhecido como sendo a montanha mais alta no mundo. Isto permaneceu por vários anos, até ser ultrapassada pela estimativa da altitude do cume do Kangchenjunga em 1852.

O Dhaulagiri foi escalado pela primeira vez em 13 de maio de 1960, por Kurt Diemberger, Peter Diener, Ernst Forrer, Albin Schelbert, Nyima Dorji e Nawang Dorji, componentes de uma expedição helvético/austríaca.

Manaslu 8156 m
O Manaslu (também conhecido como Kutang) é a oitava montanha mais alta do mundo. Está localizada na cordilheira do Himalaia. Seu nome deriva da palavra Manasa, que em sânscrito significa "a montanha do espírito".
O Manaslu foi escalado primeiramente em 9 de Maio de 1956, por Toshio Imanishi e Gyalzen Norbu, membros de uma expedição japonesa.




Nanga Parbat 8125 m
Nanga Parbat é a nona montanha mais alta do mundo, com 8125 m de altitude, e a 14.ª mais proeminente. Localiza-se no na zona ocidental dos Himalaias, no Paquistão, e o seu nome significa, literalmente, "algo que está nu" em sânscrito.
É uma das montanhas mais escaladas, e mais mortíferas dos Himalaias.







Annapurna 8091 m
O Annapurna é uma montanha do Himalaia, no Nepal. É a décima mais alta montanha da Terra. Foi a primeira montanha com mais de 8.000 metros de altitude a ser escalada. Annapurna é um nome sânscrito que significa deusa das colheitas.






O Annapurna possui diversos picos secundários:
* Annapurna I 8,091 m
* Annapurna II 7,937 m
* Annapurna III 7,555 m
* Annapurna IV 7,525 m
* Gangapurna 7,455 m
* Annapurna Sul 7,219 m
Em 3 de Junho de 1950 Maurice Herzog e Louis Lachenal atingem o topo, uma expedição da qual participavam também Lionel Terray, Gaston Rébuffat, Marcel Schatz, Jean Couzy, Marcel Ichac, Jacques Oudot e Francis de Noyelle.
A face sul do Annapurna foi vencida pela primeira vez em 1970 por uma expedição britânica liderada por Chris Bonnington e que incluía o alpinista Ian Clough, que morreu durante a descida, atingido por um pilar de gelo desprendido da montanha.

Gasherbrum I 8068 m
Gasherbrum I (também conhecido como Pico Escondido ou K5) é a décima primeira montanha mais alta do mundo. Gasherbrum I faz parte dos montes de Gasherbrum, situada na região de Karakoram, no Himalaia. Gasherbrum na língua local significa "a parede brilhante".
Gasherbrum I foi escalado primeiramente em 5 de Julho de 1958 pelos americanos Peter Schoening e Andrew Kauffman




Broad Peak 8047 m
O Broad Peak (originalmente K3) é a décima segunda montanha mais alta do mundo. O Broad Peak faz parte dos montes de Gasherbrum, situado na região de Karakoram, no Himalaia, e está localizado aproximadamente a 8 km do monte K2. O Broad Peak é localmente conhecido como Faichan Kangri.
A primeira ascensão do Broad Peak foi feita em 9 de Junho de 1957, por Fritz Wintersteller, Marcus Schmuck, Kurt Diemberger, e Hermann Buhl, integrantes de uma expedição austríaca, conduzida por Schmuck. Uma primeira tentativa pela equipe foi feita em 29 de Maio do mesmo ano, onde Wintersteller e Kurt Diemberger alcançaram a parte de ligação ao local mais alto. A primeira ascensão foi realizada sem um dispositivo automático de entrada de oxigênio suplementar, carregadores de altitude elevada e sem sustentação de acampamento.

Gasherbrum II 8035 m
Gasherbrum II (também conhecido como K4) é a décima terceira montanha mais elevada do mundo. Gasherbrum II é o terceiro pico mais elevado dos montes de Gasherbrum, situado na região de Karakoram, no Himalaia.
Gasherbrum II foi escalado primeiramente em 8 de Julho de 1956 por Fritz Moravec, Josef Larch e Hans Willenpart, todos integrantes de uma expedição austríaca.



Shishapangma 8013 m
O Shishapangma é a décima quarta montanha mais elevada do mundo e a mais baixa das montanhas com mais de 8000 metros de altitude. Apesar disso, o Shishapangma foi o último pico de 8.000 metros a ser escalado. O nome tibetano significa crista acima das planícies gramíneas. Os nomes alternativos para o Shishapangma incluem Gosainthan (lugar dos santos em sânscrito), Xixabangma (o tempo mau em chinês) e Xixabangma Feng. O Shishapangma foi escalado primeiramente em 2 de maio de 1964, por Hsu Ching e sua expedição com mais dez chineses.

Bons livros de montanhas e suas conquistas.

Segue alguns bons livros de grandes conquistas e Histórias, na qual eu indico para uma boa leitura. São histórias fantásticas, contadas pelos próprios autores, como o paranaense Waldemar Nickevicz, que conta em seus livros as fantásticas conquistas da montanha mais alta do Mundo.
E Airton Ortiz um grande aventureiro amante das montanhas e do mundo. Vale a pena ler todos



Annapurna - Maurice Herzog

No dia 3 de junho de 1950 o francês Maurice Herzog e seu companheiro de equipe Louis Lachenal alcançaram o topo do monte Annapurna, no Himalaia, tornando-se os primeiros a conquistar uma das catorze montanhas de mais de 8 mil metros do mundo. O feito se concretizou depois de meses de esforço para estabelecer a rota de ataque, numa região ainda não mapeada, sob imensas dificuldades técnicas e no limite de tempo estabelecido pela chegada da monção, prevista para os primeiros dias de junho - seria preciso abandonar a montanha antes que ela chegasse, com seus ventos fortíssimos e suas chuvas diluvianas. Lançado em 1951, este clássico da aventura relata uma das expedições mais dramáticas já vividas na montanha. Desde a travessia do sul do Nepal e da conquista do cume até a volta penosa e a euforia da recepção.



Aventura no topo da Africa-Airton Ortiz

Uma emocionante narrativa da jornada do jornalista gaúcho Airton Ortiz rumo ao ponto mais alto do Continente Negro. Junto com o autor, o leitor vai seguindo seus passos desde a chegada em Joanesburgo até a pisada firme na boca da cratera no cume do Kilimanjaro, numa mistura de acontecimentos, aprendizagens e as aventuras de uma viagem repleta de informações históricas e anedotas.






A escalada do Monte Improvavel- Richard Dawkins

Ocupante da primeira cátedra acadêmica voltada para a divulgação em uma universidade de primeiro escalão, o biólogo Richard Dawkins oferece neste livro uma fascinante viagem em direção ao cume do 'monte Improvável', imagem que usa para representar o caminho evolutivo das espécies vegetais e animais. Ele mostra que, ao contrário do que supõe muitos críticos da evolução, o monte Improvável não se escala por uma parede proibitivamente íngrime, mas é atingido pelo outro lado, onde há uma longa e suave encosta por onde se alcança o topo com segurança.




Everest, O diário de uma Vitória - Waldemar Niclevicz

O maior alpinista brasileiro, Waldemar Niclevicz, compartilha com os leitores sua principal aventura - a conquista do Everest. No livro ele mostra os detalhes técnicos da expedição e quais sentimentos o dominaram durante esta difícil jornada em busca de um sonho.







Na estrada do Everest - Airton Ortiz

Depois de escalar o Kilimanjaro, ponto mais alto da África, o aventureiro e escritor Airton Ortiz decidiu enfrentar mais um desafio- descobrir as maravilhas do Himalaia, a mais alta cadeia de montanhas do mundo. Partiu de Katmandu, no Nepal, em uma jornada de muito suspense e ação pelas trilhas que conduzem ao pé do Everest. Combinando as emoções de sua viagem à história da exploração da mais alta montanha da Terra, Airton escreveu um livro inesquecível.




Fantasma do Everest - Jochen Hemmleb, Larry A. Johnson, Eric R. Simons

Mallory e Irvine teriam sido os primeiros a conquistar o cume do Everest? Como teriam morrido - tragados pelo abismo ou cedendo à exaustão? E sobretudo, teriam chegado ao cume à força de sua fibra e a despeito do parco equipamento, antecipando em quase três décadas o feito de Hillary e Tenzing? Seis décadas mais tarde, em 1999, uma expedição de pesquisa dirige-se ao Everest para responder a essas questões. Unindo a experiência de montanhistas ao talento detetivesco e mesmo arqueológico, os membros da expedição vasculham a montanha gelada, testando hipóteses, desfazendo controvérsias, encontrando-se com a face mortal do mito.


No Ar rarefeito – Jon Krakauer

Um relato sobre a temporada mais trágica da história do Everest. Contratado pela revista 'Outside' para fazer uma reportagem a respeito da crescente comercialização da montanha, Krakauer, alpinista experiente, foi ao Himalaia como cliente de Rob Hall, o guia de alta montanha mais respeitado do mundo. Em 1996, subindo a montanha ao lado do grupo de Hall havia uma outra expedição guiada por Scott Fischer. Mas nem um nem outro sobreviveram à tempestade traiçoeira do dia 10 de maio. Krakauer conta a história e faz uma reflexão sobre o encanto avassalador que o Everest exerce sobre as pessoas, levando-as a arriscar a vida.



Sobre homens e montanhas – Jon Krakauer

Você sabia que é possível escalar cachoeiras? Sabia que o monte McKinley, no Alasca, o maior dos Estados Unidos, possui um dos ambientes mais inóspitos do planeta e que mesmo assim cerca de trezentas pessoas o escalam a cada ano? Você sabe qual é a segunda maior montanha do mundo? E sabe que ela é bem mais difícil de ser escalada do que o Everest? Por que tantas pessoas arriscam a vida nas paredes de gelo e rocha? Nesta coletânea de artigos e reportagens sobre aventuras vividas ao redor do mundo, do Himalaia ao Alasca, Jon Krakauer - autor de 'No ar rarefeito' e 'Na natureza selvagem' - mostra homens e mulheres que enfrentam paredes de gelo e rocha por todo o planeta, o que fazem, como sobrevivem e o que os motiva.

Tudo pelo Everest – Waldemar Niclevicz

Eis o relato emocionante e vívido do primeiro brasileiro a tentar vencer o desafio de escalar, sem o auxílio de oxigênio artificial, a maior montanha do mundo: o Everest.Mais do que um diário de viagem, você conhecerá em detalhes os preparativos minuciosos da participação nessa expedição, se encantará com os relatos da geografia física e humana do Himalaia e ficará deslumbrado com as paisagens da região.





Preparação física no Montanhismo




Preparação física no Montanhismo
Tema:Montanhismo
Autor: Carlos Vageler

O montanhismo é uma atividade muito complexa, que engloba uma série de modalidades e técnicas auxiliares nem sempre exclusivas da mesma. Esta complexidade é muito atrativa para o estudo da fisiologia esportiva.

Antes de uma discussão mais ampla devemos conceituar os termos atividade física e esporte aplicados ao montanhismo , pois o que existe atualmente , devido a exposição constante na mídia, é uma grande confusão na sua nomenclatura.

Atividade física é qualquer movimento corporal, produzido pelos músculos esqueléticos, que resulta em gasto energético maior que os níveis de repouso (GASPERSEN ). Para o esporte uma definição mais precisa é difícil, mas uma das mais aceitas é que é um sistema ordenado de práticas corporais de relativa complexidade que envolve atividades de competição institucionalmente regulamentadas, que se fundamenta na superação de marcas/resultados anteriores estabelecidos pelo próprio esportista (GENERALITAT DE CATALUNYA,1991) . Portanto o esporte, divide-se em competitivo e recreativo.

O montanhismo é praticado pela maioria apenas como lazer, outros o praticam como "filosofia de vida". As competições em estruturas artificias de escalada e também em rochas vem se tornando rotina para um número cada vez maior de atletas também.

Uma das técnicas auxiliares do montanhismo, em especial a descida em corda ou rapel, tem se destacado como alternativa mais simples de diversão e lazer, mas que erroneamente tem sido definido como esporte.

Um esporte é totalmente respeitado quando ele é bem definido, principalmente pela mídia. Cito o exemplo de uma repórter que definiu um grupo de jovens descendo em corda ao lado de uma cachoeira como "Alpinismo molhado".

Gafes a parte, o montanhismo aos olhos da fisiologia esportiva é uma atividade das mais completas para aperfeiçoamento das qualidades físicas do homem, tornando-se assim um excelente meio de se melhorar a aptidão física de um indivíduo.

A iniciação, o treinamento de um atleta, a preparação para montanha, o estresse ambiental e outros pontos importantes serão apresentados.

Normalmente, quando falamos em treinamento ligamos o termo a um atleta ou aquele indivíduo que vai a academia para dar uma "malhada". Na verdade, o TREINAMENTO

é uma soma de componentes que mais se adapta ao primeiro caso , sendo eles:

Preparação Física
Preparação Técnico-Motora
Preparação Tática
Preparação intelectual ou psíquica
No montanhismo, a preparação física é um dos componentes do treinamento que mais merece atenção pois é o mais exigido em sua prática, não tirando, é lógico, a importância das outras preparações, principalmente a técnico-motora e a psíquica.

O preparo físico é fundamental mesmo para um iniciante. Para escalar uma parede de graduação mínima, o indivíduo deve ter uma aptidão física razoável. Para iniciar no basquete ou futebol, um sedentário, obeso, que não faz nenhum tipo de exercício pode pelo menos se divertir alguns minutos, respirar fundo e continuar mais alguns, na parede de rocha provavelmente não levaria nem na brincadeira. Não é discriminatório não, é apenas característica do esporte.

Sem dúvida a melhor maneira de se preparar fisicamente para escalar é efetuando a própria escalada. As qualidades físicas básicas devem ser treinadas separadamente, como apoio.

A preparação de algumas dessas qualidades é muito importante:

Melhorar sua aptidão cardio-respiratória através de uma corrida ou caminhada com sobrecarga (mochila com peso nas costas ), aumentando sua resistência, aumentar sua força através de exercícios com peso, melhorando sua resistência anaeróbia. Alongamentos, antes e depois da escalada para aumentar sua mobilidade e evitar lesões.

O estudo do treinamento e seus componentes é uma matéria extensa e junto com o montanhismo se torna muito mais interessante e até polêmico pois estamos tratando de uma atividade esportiva das mais complexas, se não a mais, das modalidades existentes.

Fonte: Arquivo 360º

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Eu tambem te amo meu amor...

Meu amor...

Quando os dias parecerem dificeis esqueça...


Esqueça os dias de nuvens escuras...

Mas lembre-se das horas passadas ao sol.

Esqueça as vezes em que você foi derrotado...

Mas lembre-se das suas conquistas e vitórias.

Esqueça os erros que já não podem ser corrigidos...

Mas lembre-se das lições que você aprendeu.

Esqueça as infelicidades que você enfrentou...

Mas lembre-se de quando a felicidade voltou.

Esqueça os dias solitários que você atravessou...

Mas lembre-se dos sorrisos amáveis que encontrou...

Esqueça os planos que não deram certo...

Mas lembre-se de

SEMPRE TER UM SONHO...

LEMBRE-SE DE QUE EU TE AMO E ESTAREI SEMPRE AO TEU LADO

PARA VIVER OS NOVOS SONHOS E DESFRUTAR DE NOVAS CONQUISTAS!

EU TE AMO! NUNCA ESQUEÇA DISSO!

Ass. Antonia Alvez






Resposta:


Obrigado meu amor eu também te amo muito, vc é minha razão de viver, vc é tudo para mim. Obrigado por existir na minha vida, sempre te amarei.

Ass. Reginaldo Mendes (Nado).

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Catalogando Montanhas - Pico Ciririca

Placa Do Ciririca - Foto Reginaldo Mendes
O Pico Ciririca é uma das montanhas mais fascinante que existe na serra do mar paranaense que também faz parte da Serra do Ibitiraquire. Com seus 1760 metros acima do nível do mar. Saindo da Fazenda do Bolinha e seguindo entre o vale de Tucum e Camapuã, passando por cachoeiras. A trilha é bem pesada, no mínimo 8 hrs de caminhada até as placas, que estão abaixo do cume da montanha. As placas eram elementos passivos de repetição de sinais de microondas instalados na década de 70 com o objetivo de fazer enlace de rádio entre Curitiba e a Usina Parigot de Souza no outro lado da Serra do Mar. Hoje elas estão desativas, por causa do difícil acesso e do alto custo de manutenção.
Sua rampa é extensa e cansativa, sem escadas, correntes ou degraus é tudo no braço.
A trilha de baixo é a mais usada por causa da distancia e dificuldade mas é só possível ver toda serra do mar depois de uma longa caminhada. A trilha de cima leva até o Tucum/Camapuã, Luar e Siri. A montanha contem boas clareiras para acampar, e um visual magnífico. É possível enxergar toda Quatro Barras, Curitiba, a BR 116 e o litoral paranaense, e uma grande parte da serra do mar.

Catalogando Montanhas - Pico do Paraná


O Pico Paraná é a montanha mais alta da Região Sul do Brasil. É uma formação rochosa de granito e gneisse, entre o município de Antonina e Campina Grande do Sul, no conjunto de serra chamado Ibitiraquire. Ele foi descoberto pelo pesquisador alemão Reinhard Maack através de suas incursões na Serra do Mar no estado brasileiro Paraná, vindo daí seu nome de batismo.
Maack juntamente com os alpinistas Rudolf Stamm (1910 – 1959) e Alfred Mysing e com auxílio de tropeiros da região, partiram em 28/06/1941 com o objetivo de registrar e anotar a flora e a geomorfologia local e, também, de conquistar o cume da montanha. Stamm e Mysing conseguiram o intento em 13/07/1941.

Entre 1940 e 1941 Maack efetuou diversas incursões à Serra do Ibitiraquire com o objetivo de obter medições e anotações sobre a fauna e a geomorfologia da região. Nesta época ele registrou que o cume do Pico Paraná teria 1922 m de altitude, sendo a partir deste momento a mais alta montanha do Paraná e da Região Sul do Brasil. Antes disso, a montanha mais alta do estado do Paraná era o Monte Olimpo.

Pico do Paraná -vista Ciririca foto Reginaldo Mendes

Em 1992 sua altitude foi aferida em 1.877,392 m através do Sistema de Posicionamento Global por três equipes da Universidade Federal do Paraná, sendo esta a medida adotada oficialmente desde então.
Situada na serra Ibitiraquire, Ibitirati, União e PP, faz o conjunto Pico do Paraná. Passando pelo vale da Cotia (rio Cotia).
O primeiro ponto de acampamento com vista para o PP é o A1, e logo em seguida, começa o paredão para chegar ao A2, onde já é possível fazer um ataque ate o cume em 40 minutos sem cargueira.