Montanhas do Paraná e do Brasil

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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Livro As Montanhas do Marumbi, de Nelson Luiz Penteado Alves (Farofa)


As Montanhas do Marumbi, de Nelson Luiz Penteado Alves, o Farofa, é um dos livros mais importantes do Paraná lançados neste ano. E pode figurar, com certeza, entre os melhores, mais ricos e bem fundamentados livros sobre o montanhismo de todo o planeta.
É uma obra exemplar, porque representa, diante da extensão da pesquisa histórica, da preciosa documentação fotográfica e do cuidado técnico-científico, o esforço, o ideal e o amor de várias gerações pela prática deste esporte. Foi nestas célebres montanhas paranaenses, com a primeira conquista liderada por um farmacêutico nascido na baía de Antonina, Joaquim Olympio “Carmeliano” de Miranda, em 21 de agosto de 1879, que nasceu o montanhismo brasileiro.

Descobertas possíveis na velhice:
Talvez tenha caído em desuso pensar na sabedoria como uma qualidade própria da velhice. Decerto a associação não se aplica a todo homem e toda mulher que já atingiram certa idade. Mas, sem dúvida, cabe à escritora parisiense Benoîte Groult, que compartilha sua sabedoria e sua lucidez com os leitores de Um Toque na Estrela, livro editado na França em 2006, quando a autora contava 86 anos, e recém-lançado no país pela Record.

O livro é igualmente importante por revelar muitas qualidades da natureza humana, hoje cada vez mais escassas e difusas. Que podem se traduzir de muitas maneiras, mas, do modo marumbinista, pelo desafio da conquista, o prazer juvenil da aventura, o estímulo do espírito de irmandade e pelo respeito voluntário à natureza.
Não é por nada que Farofa levou 40 anos para escrever e publicar este livro. Na acepção da palavra, ele disseca as montanhas do Marumbi e sua história. Tudo com o entusiasmo do montanhista iniciante, o fôlego de um maratonista e a preocupação do professor catedrático. Sem deixar de ser espontâneo e didático e mediar os 12 capítulos com histórias alegres e as minúcias de um ourivesador.
Compartilha as conquistas, na escrita, com seus companheiros de jornadas e outros amantes do Marumbi e da exuberante natureza da Serra do Mar. Este olhar especializado, abordando áreas como geologia, clima, rios, orquídeas, samambaias, bromélias, mamíferos, aves, anfíbios e répteis, amplificam o livro, mostrando toda a riqueza deste fantástico microcosmo natural, hoje felizmente preservado como Parque Estadual Pico do Marumbi (1990), numa área de 2,3 mil hectares.
Figuras humanas de todo o tipo e de todas as classes sociais subiram o Marumbi. Mas, no momento de percorrer as trilhas, escalar os monumentais paredões de pedra, transpor a bruma e enfrentar o perigo e as intempéries, Farofa mostra que as diferenças tão complexas e peculiares de cada indivíduo tornam-se secundárias. Na busca dos desafios, dos mistérios da montanha e do desfrute da natureza, prevalece um objetivo muito acima das idiossincrasias humanas. Esta é uma grande lição deste livro.

Dedicação:
Além do pioneiro “Carmeliano”, Farofa revela muitos personagens marcantes dessa história. Como Rudolfo Augusto Stamm (1910-1959), eletricista de profissão, natural de Joinville (SC), que viveu toda a sua vida num quarto da Pensão Otto, em Curitiba. Desde que pisou pela primeira vez na Serra do Mar, em 1935, este célebre montanhista parece que viveu só pelo Marumbi. Em 1950, completou a sua centésima escalada ao Olimpo, o pico mais alto.
As suas extraordinárias contribuições como desbravador e os registros precisos e abrangentes que deixou mostram que o gosto pelo desafio e o prazer de estar junto à natureza também revelam grandes homens.
Outro deles é Henrique Paulo Schmidlin, o Vitamina, que continua liderando empreitadas aos cumes da Serra do Mar, em dias de sol ou chuva, e emprestando o seu carisma e experiência para as causas marumbinista e da natureza.
Organizador dedicado de caminhadas na floresta e de escaladas na montanha, incentivador nato das boas companhias e cantorias, Vitamina, com sua energia e crença fervorosa nesse estilo de vida, é um exemplo emocionante da tão necessária preocupação com a ligação social e cultural entre as gerações do passado e do presente, pensando no futuro.

Obra de arte:
O trem! Seriam muito diferentes as montanhas do Marumbi sem esta incrível linha férrea, que desafiou a Serra do Mar. Obra de arte da engenharia da era do vapor, ponto privilegiado de visão e instigador de sonhos românticos e juvenis, o trem cativou milhares de adeptos para este esporte e lazer, ao apresentá-los às montanhas, na Estação do Marumbi, por muitos e muitos anos, nas alegres manhãs ensolaradas dos sábados.
Farofa consegue transmitir justamente este estado de espírito em seu trabalho, que até pode parecer um pouco nostálgico, mas é essencial para a alma humana, em todos os tempos. Suas fotos preciosas e mesmo o sintético registro histórico sobre o trem não deixam de ser eloqüentes. Quem sabe, sem a maria-fumaça, Alfredo Andersen (1860-1935) e outros pintores paranaenses com o gabarito de Theodoro de Bona (1904-1990) não tivessem eternizado as paisagens e as montanhas nos seus óleos sobre tela.
Neste aspecto, cabe uma menção muito especial ao lendário Erwin Gröger, o Professor, próximo de completar 100 anos de idade, que Farofa também dá o merecido destaque no livro. Marumbinista também pioneiro, o Professor tem se dedicado a pintar as cálidas montanhas do litoral paranaense há décadas, tanto em óleos como em aquarelas.
Apaixonado orquidófilo, é um mestre que registra principalmente em aquarelas estas belas e exóticas plantas. Erwin Gröger é uma dessas figuras raras que, pelo seu elevado espírito humano e simplicidade, é merecedor de grande admiração.

Seguidor:
O paranaense Waldemar Niclevicz, o maior montanhista brasileiro, primeiro a levar a bandeira do Brasil aos sete cumes do mundo, é seguidor desta geração. Conquistou o Everest porque aprendeu com os mais antigos escaladores da Serra do Mar a sempre persistir.
Henrique Paulo Schmidlin, o Vitamina, aos 78 anos, diz: “o mais importante de tudo é que o Marumbi o ensinou a nunca desistir. Tanto na luta pela natureza como (e muito mais) pelas causas da justiça e da dignidade do ser humano”.
Nelson Luiz Penteado Alves deixou registrado, para todos nós, este e outros testemunhos históricos de muito valor.
Serviço:

As Montanhas do Marumbi, de Nelson Luiz Penteado Alves (Farofa). Edição do autor, 480 págs., R$ 90.
Eduardo Sganzerla é jornalista e escritor.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Catalogando montanhas – Pico Camapuã

Foto tirada do Pico Itapíroca (Foto: Reginaldo Mendes)

O Pico Camapuã é uma das montanhas mais belas e com um visual magnifico da grande parte da Serra do Mar. A impressão que dá é que você está bem no meio de tudo. Sua vegetação é mista e rasteira a partir da rampa que leva até seu cume que é totalmente descampado.   O começo da trilha se inicia na Fazenda do Bolinha, pagasse uma taxa de entrada, hoje no valor de R$ 10,00 por pessoa.

Como chegar:
Pela BR 116 sentido São Paulo, 5 km depois do primeiro pedágio logo que passar o Posto Túlio, fique atento a entrada fica a uns 400 metros do posto em uma estrada de chão. Segue mais uns 5 km de estrada até chegar à fazenda.  A estrada não é muito ruim é possível passar com um carro baixo, porém com cuidado. Uma boa dica é entrar no posto e sair logo em seguida pelo acostamento até chegar nessa entrada.


A Trilha:como perder peso
Ao chegar ao Bolinha e fazer o cadastro, continue em frente até chegar numa porteira, caso necessário se informe na casa da fazenda que o pessoal lhe passará todas as informações. A trilha é bem marcada, logo de inicio já tem pontos de água. Água na verdade não é problema para essa trilha. A subida de inicio não é puxada, pelo contrário, o caminho é de fácil acesso. Passa por alguns trechos de rios, mas não se engane, em época de fortes chuvas, todos esses trechos de passagem de rio é bem perigoso. Existe uma árvore gigantesca que em minha opinião é a maior do Paraná. Continue até chegar ao cruzo, agora preste bem atenção. No cruzo existe os sentidos “Ciririca”, “Pedra Branca” e no mesmo sentido “Camapuã, Tucum e Cerro Verde” é bom observar que na volta para a fazenda a entrada e um pouco escondida uma errada e você vai para na Pedra Branca, então no seu retorno preste bem atenção.
Desde ponto em diante não existe mais água, somente na trilha que leva ao Cerro Verde, é bom abastecer antes de chegar ao cruzo. A trilha continua de mata fechada, duas horas depois desde a saída do Bolinha você chega à rampa do Camapuã, agora é montanha a cima. Demora-se aproximadamente 01h20min para chega ao cume. Leve protetor solar, pois o sol pega bastante. Na rampa já é possível ver o Ciririca, Arapongas e Pedra Branca. Vai com calma, sem presa e sem fazer novas trilhas, evitando assim a degradação da montanha que já é bem frágil.

Informações geraiscomo perder peso:
Traga seu lixo de volta.
Existem vários pontos de água, mas somente antes de chegar ao cruzo. É uma montanha de muitas clareiras para acampar, evite fazer novas clareiras. Leve protetor solar, a rampa é bem cruel, e totalmente aberta. A melhor época para fazer essa montanha e entre Abril a Outubro, assim como praticamente quase todas as montanhas da mata Atlântica. É possível se iniciar a travessia dos 7 cumes, Bolinha/Dílson e Bolinha/Marco 22 por cima. Cuidado no retorno, existe algumas trilhas no cume do Camapuã que pode enganar, a dica é chegou no cume olhe para trás e memorize a trilha que você subiu.

Tempo total de trilha:como perder peso
03h30min subida e 03h00min descida

Dificuldade:como perder peso
Leve para moderada, não existe obstáculos perigosos.

Altitude:como perder peso

Visual no cumecomo perder peso:
Represa do Capivari, Ferraria, Taipa, Caratuva, Itapíroca, Pico do Paraná, Tucum, Ciririca, Arapongas, Pedra Branca, e algumas outras cadeias de montanhas. 
Rampa do Camapuã
Represa do Capivari

Pico do Paraná e Tucum




Início da Fazendo do Bolinha


Cruzo


Pedra Branca



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Camping do Parque Estadual do Marumbi já tem data para Inauguração

Depois de um longo período, finalmente o camping do Parque Estadual do Marumbi já tem data para inauguração. Aproveitando o feriado de 7 de setembro, eu e minha esposa fomos acampar em Porto de Cima no camping do Seu Chiro, próximo a entrada das prainhas. No dia seguinte resolvemos fazer uma caminhada até o Marumbi, estava preparado para fazer um vídeo de indignação da longa demora em reformarem o camping.  No inicio de 2013 relatei em meu blog que nada tinham feitos ainda, e que a previsão era para o final do mesmo ano, o que não aconteceu. Quando chegamos à estação do Marumbi uma grande surpresa, trabalhadores estavam a todo vapor para o término da reforma, tanto do camping quanto nas casas. Duas casas da estação já estavam reformadas, além do alojamento do Cosmo e mais uma casa que já estava desativada há muito tempo e que algumas vezes servia de “guarda volumes”. As outras duas casas, o museu e o escritório do IAP, estavam em reforma, ganhando telhados novos e pinturas. No camping, os banheiros já estavam todos reformados, novas caixas d´agua, vasos e portas novas e também todo o forro já estava colocado. Nas ruínas da casa de madeira, que há muitos anos pegou fogo, foi construída uma cozinha comunitária, onde haverá pías e mesas comunitárias para o preparo das refeições. Nas clareiras não mudou muita coisa, mas segundo informações, algumas clareiras serão abertas sem prejudicar o meio ambiente, evitando assim que barracas acampem fora da cerca, como muitas vezes acontecia. O alojamento dos voluntários também entrou em reforma ganhando um novo telhado e vai ganhar pintura na fachada. A construtora que ganhou a licitação da obra tem até Dezembro para o termino da mesma. Não tenho uma informação mais exata se será nessa data mesmo, mas segundo a informação que um dos representantes do IAP que estava no local me passou, antes será feito um grande mutirão para a retirada do lixo e entulhos que estão próximo ao camping.

Agora, precisamos cuidar mais, incentivar mais os voluntários no cuidado do camping e nós que sempre estamos cuidando, também passar a monitorar e a denunciar quem vier para o camping com intenções de destruir o que é de todos nós.  E pedir para as autoridades, órgãos, clubes e associações voltadas ao montanhismo, ideais e ferramentas para que possamos preservar nossas montanhas, rios e trilhas passando para os nossos filhos o valor de cuidar da nossa natureza. 




As duas primeiras casas já estão prontas

Trabalhadores trocando telhado na casa do IAP


Lixo que será recolhido através de um mutirão





Cozinha comunitária sendo construída

Umas das clareiras limpas



Banheiro  tem novas caixas D'Água



Forros novos nos banheiros tanto masculino como feminino

Banheiros receberam azulejos e pisos novos


Está ficando legal



Casa do IAP

Alojamento vai receber pinturas novas


Eu, Roberto, Gabriel e Papael
Trilha para a Estação do Marumbi

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Agulhas Negras e Travessia Serra Negra - Parte Final

Leia: 19/06/2014 - Viajem tranquila, nosso primeiro dia de incertezas e surpresas. 
Leia: 20/06/2014 - Ataque ao Agulhas Negras - Via Bira Bira


21/06/2014 - Travessia Serra Negra

O dia amanhece, o nosso novo desafio agora é a travessia Serra Negra, imaginei que no dia dessa travessia eu poderia estar todo quebrado e com meus dedos do pé inchado por causa da Agulhas Negras, estava pronto para mais uma longa caminhada. Acordamos um pouco mais tarde para iniciar nossa caminhada, as 06h00min da manha uma serração cobre toda a região, tomamos um café bem reforçados e fomos para o inicio do parque.

Iniciamos nossa trilha as 10h00min no abrigo Rebouças, como não pegamos muitas informações sobre a trilha, ao invés de pegar a trilha para a “Pedra do Altar”, pegamos sim foi a trilha para a “Asa de Hermes” um erro, mas que valeu muito a pena. Passamos pela lateral do Agulhas, e quando já estávamos avistando a pedra da Asa de Hermes seguimos sua trilha até descobrir que estávamos errados. Paramos, pensamos e começamos a varar o mato rasteiro tentando encontrar a trilha novamente. Travessamos um banhado e começamos a subir um morro para descobrir onde estávamos. O GPS nos mostrava que a trilha estava bem próximo, de longe diversos rastros de trilha, provavelmente não fomos os primeiros a errar. Subimos morro acima até avistar um vale gigantesco, um rastro aparecia no horizonte, estava mais para  um pequeno rio que cortava o vale.

Começamos a ir naquela direção, a nossa ideia era encontrar a cachoeira do Aiuruoca. Caminhávamos entre matos e pedras, alguns totens nos mostrava o caminho, Terezinha e Mércia nos acompanhavam com força e coragem, nunca em toda minha vida andei com pessoas com tanta garra assim. Aquele rastro que mais parecia um rio começa a se aproximar. Sentamos numa pedra grande e começamos a admirar a grande Agulhas Negras e no seu lado a Pedra da Asa Hermes, a baixo da asa pessoas apareciam bem pequenas, era possível ver a grandeza de tudo aquilo.

Continuamos a “varação” de mato e os totens continuavam a nos mostrar o caminho, até que logo encontramos a trilha certa, chegamos num riacho, fizemos aquele lanche, encontramos algumas pessoas na trilha e de longe avistávamos a pedra “O Ovo da Galinha”. E em alguns minutos a bifurcação “Serra Negra” e “Rancho Caído”. Pela trilha Rancho Caído é possível chegar até a cachoeira do Aiuruoca, nosso caminho era “Serra Negra”, chegamos à parte de cima da cachoeira e continuamos a trilha. A caminhada era agradável, às vezes esquentava e às vezes gelava o corpo de tanto frio causado pelo vento e a altitude, a vista era glamorosa. Sergio liderava o ritmo da caminhada, as meninas ficavam entre nós e caminhada prosseguia. Descemos um grande vale, uma decida bem dolorosa, os dedos dos meus pés já estavam bem doloridos, eles são os que mais sofrem numa caminhada. 

Logo encontramos um rancho e a vista era linda, parecia àqueles lugares de paisagem única, ao fundo uma linda cachoeira. O senhor Lourival disse que o nome dessa cachoeira era “Salto Cachorro Grande”. Tiramos algumas fotos e prosseguimos, agora estávamos num espécie de estrada abandonada. Já estávamos a cinco horas caminhando, o cansaço tomava conta e o silêncio também, passamos sobre um rio onde paramos para descansar e também num espécie de casa de chácara, não avistamos ninguém, somente alguns animais. A trilha era subida e descida, passamos por diversos portões feito de arame, um gigantesco ninho de cupim estava bem no meio da trilha. O sol já estava próximo de se deitar e a caminhada começava a tomar seu rumo final. Hora depois avistamos a trilha final e um descanso merecido, fomos recebidos por alguns simpáticos cães. Pegamos o carro que estava nos esperando e fomos para o nosso camping. Foram horas de caminhada, cansaço e esforço para chegar ao nosso destino. 

Agora era hora de chegar onde estávamos acampando, contar nossas histórias de mais uma travessia e nos preparar para o dia seguinte. Quando chegamos à casa do Sr Lourival um belo jantar nos esperava. Ele nos contou algumas incríveis histórias, pois ele está ali desde que nasceu, nos falou sobre um resgate que já fez, e sobre como é morar perto desse lindo paraíso. Fizemos uma grande amizade com ele. Caso alguém queira acampar no seu sitio, fale comigo antes, para passar as informações necessárias. Não é permitido algazarra, barulhos etc. Lá é um lugar tranquilo de respeito, somente vai acampar lá quem está interessado a respeitar a natureza e contemplar o que ela nos oferece.

No dia seguinte acordamos bem cedo, levantamos acampamento tomamos um bom café e voltamos para casa, numa viajem logo, mas divertida. Esses dias vão deixar saudades, principalmente do Sr Lourival e da dona Olímpia que por causa do seu trabalho ficou pouco com a gente, mas deixou uma ótima impressão de sua simpatia e humildade. Quero agradecer a todos meus amigos que me acompanharam nessa dias que jamais vou esquecer.

Um grande abraço a todos.
Mércia Brito
Sergio Sampaio
Evaldo
Vivi Orélo
Mario Firmino
Carinha Pallu
Terezinha Tessaro






Terezinha, Mércia, eu e Sergio




Abrigo Rebouças




É possível ver um pessoal subindo o Agulhas



Asa de Hermes


Ao fundo Ovo da Galinha







Salto do Cachorro Grande ou não















Ovo da Galinha



Serra Negra







Minha Pátria meu orgulho




O cupim gigante





Um merecido jantar na casa do sr Lourival - Muito Obrigado