Montanhas do Paraná e do Brasil

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

127 Horas Estréia dia 18/02

127 horas conta a história real da notável aventura do alpinista Aron Ralston (James Franco) para se salvar depois que um pedregulho cai sobre seu braço e o prende em uma montanha isolada em Utah. Pelos próximos cinco dias (as 127 horas do título), Ralston examina sua vida e sobrevive aos elementos para finalmente descobrir que tem a coragem e os meios para se soltar, escalar uma parede de 65 pés e caminhar ao longo de oito quilômetros antes de ser finalmente resgatado. Ao longo de sua jornada, Ralston lembra dos amigos, da namorada (Clémence Poésy), da família, e das duas caminhantes (Amber Tamblyn e Kate Mara) que ele conheceu antes de seu acidente. Serão elas as duas últimas pessoas que ele terá a oportunidade de conhecer?

James Franco como o Alpinista Aron Ralston
Uma história emocionante e visceral que levará o público em uma jornada nunca antes experimentada e mostrar o que podemos fazer quando nós escolhemos viver. O filme gerou muita curiosidade depois que algumas pessoas desmaiaram durante sua exibição no Festival de Cinema de Toronto. A causa teria sido o realismo da cena em que o alpinista tem que cortar o próprio braço. O roteiro foi escrito por Boyle e por seu colaborador frequente Simon Beaufoy. Na história verdadeira, Ralston estava completamente sozinho, preso na montanha. E Boyle disse ainda que não fará brincadeiras como foi feito em “Náufrago”, com Tom Hanks, no qual o ator conversava com uma bola vôlei.

Aron Ralston


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Roteiro de Lua de Mel - Bombinhas - SC


Caros amigos vou passar em primeira mão nosso roteiro de viajem para lua de mel a partir do dia 13/02, como estamos em ritmo de casamento ta bem difícil ir para a montanha. Na verdade estamos nos preparando para fazer a melhores trilhas de um lugar lindo, com ajuda de alguns amigos e colegas que conhece bem o local, consegui montar bem esse roteiro.

Pontos turísticos para conhecer Bombinhas

PRAIAS DA SEPULTURA

Encostada a ela está a praia da Lagoinha, tranqüila e propícia para quem deseja iniciar no mergulho, possui uma petiscaria que completa o dia de lazer. Ponta do Zarling, trapiche. Primeiros contatos com a fauna e flora marinha É possível também fazer a trilha da Sepultura, passando por locais que chamam a atenção, como a pedra Duas Irmãs, Pedra Lisa e a própria vegetação nativa.


Praia da conceição

Separada da Praia do Mar de Fora pela ilhota no cantinho há local para saída dos barcos particulares para pesca e lazer. Área de lazer da comunidade. Piscina natural e costões para mergulho. Ideal para fazer snorkeling É também nesta praia o acesso para a Praia da Tainha: uma saída no final da praia dá acesso a uma subida (um pouco desesperadora em dias de chuva) que leva até a praia da Tainha.


Praia da tainha

Extensão 200 metros. Não há nenhum tipo de comércio nesta praia. Não pode deixar de conhecer o Mirante Eco 360º, que tem seu acesso pela mesma estrada, no topo do morro. É possível fazer a trilha por Canto grande até Tainha e retornar pela estrada. Leva-se cerca de 1h para ir e outra pra voltar. A trilha termina em uma estrada. Seguindo mais alguns metros por esta estrada está a Praia da Tainha, uma das mais inacessíveis e, por isso mesmo, sossegada e tranqüila.



Praia Retiro dos Padres

265 metros de extensão no final de praia de Bombinhas, através de uma rua estreita, na bifurcação, à direita. Atividade e infra. Tem lugar para lanchar.





CANTO GRANDE

É formada principalmente por pescadores, maricultores e seus descendentes que se orgulham de serem chamados de “nativos”. Muitos ainda mantém vivas as tradições herdadas de seus antepassado.Proporcionam aos veranistas e turistas eventuais o prazer de se deliciar com um bom camarão ou uma anchova fresquinha. O centro da vila fica aos pés do Morro do Macaco.Tem um lindo por do sol. Possui toda infra estrutura, farmácia, sorveterias, lojas de artigos de praia, peixarias, mercearias, pizzarias.

Morro dos macacos

Localizada na Praia de Canto Grande, esta trilha nos conduz ao alto do morro do macaco, à aproximadamente 250m de altitude. Proporcionando em seu cume uma visão de 360° de toda a península de Bombinhas e de todas as ilhas que compõem a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo Devido as correntes térmicas favoráveis, trata-se de um lugar propício aos saltos de vôo livre e paraglider. Duração de 20 minutos.


COSTEIRA DE ZIMBROS

Praia do Cardoso, da Lagoa, Praia Triste e Praia Vermelha, respectivamente localizadas a partir da extremidade direita da praia de Zimbros, o acesso só é possível através da trilha. Durante a caminhada pode-se conhecer um pouco mais do processo de ocupação da península que deu origem ao município, rolar nas areias da Praia Triste e tomar banho na

cachoeira que de triste só tem o nome. O percurso é longo, cerca de 7km, mas a trilha é fácil e plana na maior parte. Duração 4 horas.





1 - Praia do Cardoso

Com uns 20 minutos de trilha, a primeira praia que você avistará é a do Cardoso. É uma praia pequena, que possui extensão aproximada de 130 metros e por não ser tão longe ainda é freqüentada por famílias e casais.



2 - Praia da Lagoa

Seguindo pela trilha, a próxima praia é a da Lagoa, que, como o nome diz, tem uma lagoa entre sua areia e a mata que a cerca. A extensão é de cerca de 300 metros.


3 - Praia Triste

Não sei o motivo do nome, mas não pareceu ser uma praia tão triste assim, pelo contrário é bonita e bucólica. Possui extensão de 380 metros e é bastante deserta, com suas águas calmas, que convidam para um banho de mar. É aqui também que existe uma trilha alternativa, mais para dentro da mata que leva a uma cachoeira. A trilha é curta, cerca de 15-20 minutos, no entanto, tem uma descida bem pesada quando chega próxima à cachoeira.


TRILHA DE QUATRO ILHAS

Esta trilha margeia a costa entre as praias de Quatro Ilhas e Mariscal, com um visual belíssimo nos leva até a agreste e quase desconhecida praia do caeté.



Mirante Eco 360º

O Mirante Eco 360º no acesso à praia da Tainha, proporciona o visual mais panorâmico do município. O acesso, de carro, é obtido pelas praias de Canto Grande e Conceição, exigindo atenção em dias de chuva. O local é procurado por alpinistas para a prática de escalada ou Rappel, existem alguns ganchos fixados nas pedras.
Este mirante é particular, e é cobrada entrada.

Museu e Aquário Marinho do CEMAR (Centro de Estudos do Mar)

Primeiro museu particular do Estado de Santa Catarina com cerca de 3.000 invertebrados marinhos dentre os quais estão as esponjas, corais, , estrelas, siris, conchas, lagostas, caranguejos, ouriços, caramujos e pepinos do mar. Há também uma sala com aquários de espécies marinhas locais. (Ver mapa de Localização)

Rua Leopardo, 800 47 3369-1681


Como chegar

Casa do Homem do Mar

Criado pelo Instituto Soto Deltorre e mantido em parceria com a Universidade do Vale do Itajaí, o Museu Naval Casa do Homem do Mar tem 1,8 mil metros quadrados onde estão expostas cerca de mil peças que mostram a relação do homem com o mar ao longo do tempo. São mais de vinte tipos de canoas, ferramentas e uma seção destinada ao pescador. A instituição ainda mantém uma biblioteca especializada e acervo classificado.

Horário:
A Casa do Homem do Mar está aberta ao público de quarta a domingo, das 14 às 18 horas.

Endereço: Avenida Falcão, 2.200

Em Camboriú

Para chegar em Camboriú é preciso pegar o ônibus Viação Praianas de hora em hora.

http://www.unipraias.com.br/

Parque Unipraias Camboriú

Ao chegar na rodoviária seguir a Av. do estado e descer ate a av. Brasil e pegar o bondinho, desce na estação. O bondinho custa 30 reais por pessoa.

Arvorismo 20 reais Ingresso vendido separadamente e deverá ser comprado na Estação Mata Atlântica do Parque Unipraias Camboriú. Horário Todos os Dias das 9h às 20h.

· Youhoo – descida de treno preço por casal 25 reais preço o dia todo 60 reais o casal. A área de embarque dos bondinhos aéreos fica no segundo piso.





segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Uma visita em Palmeiras.



Não tem aquele ditado que diz que "quem casa quer casa", então, nosso caso meu e de Tanynha é diferente "quem casa quer bambu". Como nosso casamento já tão próximo precisávamos de um material importante para a decoração do nosso casamento, BAMBU. Conversando com um colega meu que trabalha comigo, perguntei para ele se ele conhecia alguém que teria bambus, e que tinha que ser bem grosso para a decoração. Na hora ele disse que tinha, só que precisava ir em sua chácara em Palmeiras - Pr. Conversei com o Cesar da Excellence, que está montando meu casamento, e fomos para lá bem cedinho no sábado.
Uma viagem tranqüila mostrava o quando Campos Gerais é lindo, com suas rochas, planície e planalto tudo misturado. Não entendo nada de geográfica, mas enchia meus olhas de beleza. Na viagem, seguindo as orientações de Mild o dono dos bambus, seguíamos com um guia que nos mostrava toda beleza. Passando por Recanto dos Papagaios, fazendas, São Luiz do Purunã, em menos de uma hora estávamos na chácara.


Damos um passeio rápido pelo lindo lugar, e fomos ao nosso destino, tiramos alguns bambus, mais uma volta na chácara. Conhecemos o lugar onde ele criava abelhas e depois sentamos na varanda de sua casa onde ele nos contava como funcionava todo o processo de apicultura.
Como é fascinante esse mundo e descobrimos que esse planeta realmente não é nosso, ele nos explicava como funcionava, como uma abelha se torna rainha, o tempo que elas sobrevivem, as famílias que vão em busca de novas casas e formar novas rainhas e colméias, que as abelhas quando crescem vão se graduando, no começo tornasse guerreiras e depois, saem em busca de alimento para o mel. Um processo muito bonito e interessante que vale a pena pesquisar, da até para fazer um trabalho de faculdade na área de Administração de empresa. Voltamos para a estrada.

Passamos por dentro da pequena cidade de Palmeiras, uma cidade pacata e muito limpa, com um pouco mais de 32 mil habitantes e bem próxima a Ponta Grossa.


Seguimos a estrada sentido Curitiba, depois do pedágio de Palmeiras, paramos num lugar lindo e limpo, uma cachoeira que segundo Mild é conhecida como queda do Jacaré (se alguém conhece o nome correto pode me avisar). Tiramos algumas fotos, e decidimos voltar um dia ali com calma para aproveitar bem o lugar. Em seguida, antes de chegar no recanto, paramos e passamos numa outra cachoeira, na qual ele conhece como panelão, e muito linda por sinal, se alguém souber o nome dela me passa.










Tiramos algumas fotos e fomos para a nossa ultima parada que era o Recanto dos Papagaios, um lugar muito bonito, mas que aparenta estar as vezes meio abandonado.

Um banheiro sujo, pessoas que usavam o lugar para farra e bastante lixo também. Um lugar lindo, porém que não passa muito no meu conceito de turismo. A estrutura até bastante interessante, com um pouco de sorte você pode pegar um bom quiosque para passar o dia. Depois, seguimos para Curitiba, tiramos mais algumas fotos da linda paisagem e em 30 minutos de estrada já estávamos em casa. Um dia lindo e perfeito, conheci novos lugares e com certeza vou voltar. Pegar os bambus para deixar meu casamento lindo, fez bem.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Alpinista sofre acidente na Argentina

Fonte: G1

O alpinista Bernardo Collares Arantes, presidente da Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro (Femerj) e vice-presidente da Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME), sofreu um grave acidente em uma montanha no sul da Argentina. Ele fraturou a bacia quando escalava com a amiga e também alpinista Kika Bradford durante expedição ao Monte Fitz Roy, na cidade de El Chaltén, na Patagônia argentina.

“Eu não posso afirmar que ele já esteja morto, mas também não posso afirmar que esteja com vida. Ele está no alto da montanha, em um ambiente inóspito, frio. Existe uma possibilidade muito grande dele não estar mais vivo”, afirmou Júlio Mello, vice-presidente da Femerj.

Os dois alpinistas conseguiram chegar ao topo da montanha. O acidente com Bernardo aconteceu durante a descida da escalada. Kika, então, continuou descendo sozinha para buscar socorro.

Entretanto, o trajeto do cume do Fitz Roy até a cidade de El Chaltén não leva menos de dois dias. Na Patagônica argentina, no verão, mesmo sendo a época mais indicada para a prática da escalada, o tempo é traiçoeiro.

“Em El Chálten existem ventos muitos fortes e constantes. Em janeiro e fevereiro existem situações onde o clima fica mais estável, chamadas ‘janelas’, que os escaladores ficam aguardando para poderem, então, fazer os objetivos”, explica André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e amigo de Collares.

Procurado pelo G1, o Itamaraty ainda não tem informações sobre o caso.

Reunião de alpinistas descartou resgate
A missão de resgate a um ferido pode se transformar em um risco para todos. “A única chance que haveria seria um resgate por via aérea, caso o tempo permitisse. Com os ventos, um helicóptero seria facilmente jogado contra as pedras, e destroçado, em um dia típico de El Chaltén. A única chance seria se coincidisse em uma dia sem ventos, que até ocorrem na região, mas são raríssimos”, explica Ilha.

“Não há informações sobre operações de resgate. Foi feita uma reunião entre escaladores do Brasil e da Patagônia, na qual concluíram que não poderiam fazer um resgate por causa das condições do tempo. Além disso, não haveria nem pilotos, nem helicópteros na região”, informou Mello.

Em um site de relacionamentos na internet onde Bernardo relatava a alegria da viagem, amigos deixavam mensagens de carinho, ressaltando que, à frente da Federação de Montanhismo do Rio de Janeiro, Bernardo conquistou muito mais do que topos de montanhas.

“Ele era um grande organizador do esporte em nível nacional e contribuiu muito no contato com órgãos públicos para fazer com que o esporte saísse de uma marginalidade e fosse melhor reconhecido. É uma perda irreparável”, concluiu André Ilha.