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Montanhas do Paraná e do Brasil

Montanhas do Paraná e do Brasil

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Catalogando Montanhas - Pico Ciririca

Placa Do Ciririca - Foto Reginaldo Mendes
O Pico Ciririca é uma das montanhas mais fascinante que existe na serra do mar paranaense que também faz parte da Serra do Ibitiraquire. Com seus 1760 metros acima do nível do mar. Saindo da Fazenda do Bolinha e seguindo entre o vale de Tucum e Camapuã, passando por cachoeiras. A trilha é bem pesada, no mínimo 8 hrs de caminhada até as placas, que estão abaixo do cume da montanha. As placas eram elementos passivos de repetição de sinais de microondas instalados na década de 70 com o objetivo de fazer enlace de rádio entre Curitiba e a Usina Parigot de Souza no outro lado da Serra do Mar. Hoje elas estão desativas, por causa do difícil acesso e do alto custo de manutenção.
Sua rampa é extensa e cansativa, sem escadas, correntes ou degraus é tudo no braço.
A trilha de baixo é a mais usada por causa da distancia e dificuldade mas é só possível ver toda serra do mar depois de uma longa caminhada. A trilha de cima leva até o Tucum/Camapuã, Luar e Siri. A montanha contem boas clareiras para acampar, e um visual magnífico. É possível enxergar toda Quatro Barras, Curitiba, a BR 116 e o litoral paranaense, e uma grande parte da serra do mar.

Catalogando Montanhas - Pico do Paraná


O Pico Paraná é a montanha mais alta da Região Sul do Brasil. É uma formação rochosa de granito e gneisse, entre o município de Antonina e Campina Grande do Sul, no conjunto de serra chamado Ibitiraquire. Ele foi descoberto pelo pesquisador alemão Reinhard Maack através de suas incursões na Serra do Mar no estado brasileiro Paraná, vindo daí seu nome de batismo.
Maack juntamente com os alpinistas Rudolf Stamm (1910 – 1959) e Alfred Mysing e com auxílio de tropeiros da região, partiram em 28/06/1941 com o objetivo de registrar e anotar a flora e a geomorfologia local e, também, de conquistar o cume da montanha. Stamm e Mysing conseguiram o intento em 13/07/1941.

Entre 1940 e 1941 Maack efetuou diversas incursões à Serra do Ibitiraquire com o objetivo de obter medições e anotações sobre a fauna e a geomorfologia da região. Nesta época ele registrou que o cume do Pico Paraná teria 1922 m de altitude, sendo a partir deste momento a mais alta montanha do Paraná e da Região Sul do Brasil. Antes disso, a montanha mais alta do estado do Paraná era o Monte Olimpo.

Pico do Paraná -vista Ciririca foto Reginaldo Mendes

Em 1992 sua altitude foi aferida em 1.877,392 m através do Sistema de Posicionamento Global por três equipes da Universidade Federal do Paraná, sendo esta a medida adotada oficialmente desde então.
Situada na serra Ibitiraquire, Ibitirati, União e PP, faz o conjunto Pico do Paraná. Passando pelo vale da Cotia (rio Cotia).
O primeiro ponto de acampamento com vista para o PP é o A1, e logo em seguida, começa o paredão para chegar ao A2, onde já é possível fazer um ataque ate o cume em 40 minutos sem cargueira.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Parque Estadual Pico do Marumbi

Vista Serra do Cadeado Foto: Reginaldo Mendes
Criado em 1990 e com seus 2.342 hectares, o Parque Estadual Pico do Marumbi resguarda aspectos significativos da floresta Atlântica Brasileira. O parque possui vários ecossistemas da Floresta Atlântica. A beleza natural do local faz do Marumbi um dos principais atrativos turísticos do Paraná, além de estimular a prática de esportes de aventura como o montanhismo técnico e caminhadas.
Os povos do litoral paranaense, acreditavam que o Marumbi era um vulcão passivo, pois muitas vezes soltava fumaça e diziam ainda que em seu topo havia uma lagoa dourada. Seu primitivo nome batizado pelos índios era "Guarumby", que em tupi significa "Montanha Azul".

Olimpo foto: Reginaldo Mendes

Existem cinco trilhas de acesso ao Conjunto Marumbi: Noroeste, Crista do Gigante, Frontal, Facãozinho e Rochedinho. As trilhas são marcadas com fitas plásticas amarradas nas árvores, na cor da respectiva trilha, sinalizando o caminho. Conjunto Pico do Marumbi Foto: Reginaldo Mendes

Em determinados pontos existem setas de aço fixadas na rocha indicando a direção da trilha ou de bifurcações. Existem ainda fitas plásticas listradas de amarelo e preto, que são utilizadas para indicar a interdição daquela passagem ou caminhos errados ou perigosos.
As trilhas Frontal e Noroeste partem da estação Marumbi (460 m.) e chegam ao cume do Olimpo (1.539 m.). A Noroeste (fita vermelha) dá acesso aos cumes do Abrolhos, da Esfinge, da Ponta do Tigre, da Torre dos Sinos e do Gigante e termina no cume do Olimpo. É a mais cansativa das trilhas (nível pesado) tendo o tempo médio de ascensão variando de 3:30 a 4:30 h até o topo. Frontal, passa pela Cachoeira dos Marumbinistas e vai direto ao cume do Olimpo nível da trilha é médio-pesado e pode ser feita em 2:30 a 3:30 h dando tambem acesso a Crista do Gigante, Ponta do Tigre e Abrolhos.
Existe um bifurcação entre Ponta do Tigre e Abrolhos. Que exige um pouco mais de tempo de caminhada (caso queira fazer o conjunto completo).

Nascer do sol Ponta do Tigre foto:Reginaldo Mendes

O nível da trilha é médio-pesado e pode ser feita em 2:30 a 3:30 h. Existem muitos trechos verticais, alguns equipados e outros não, e, por ser um ambiente úmido, o terreno é sempre muito liso e escorregadio. Nos trechos onde foram instalados correntes e degraus, a atenção deve ser redobrada! Principalmente com aqueles que estão escalando pela primeira vez, pois, um erro pode ser fatal.

OBS: Facãozinho, Torre dos Sinos e Esfinge, estão interditada no momento em função de recuperação ambiental do caminho, devido à sua exposição ao abismos e desfiladeiros.

O Conjunto Marumbi é formado pelas montanhas:
Olimpo (1.539 m.)
Boa Vista (1.491 m.)
Gigante (1.487 m.)
Ponta do Tigre (1.400 m.)
Esfinge (1.378 m.)
Torre dos Sinos (1.280 m.)
Abrolhos (1.200 m.)
Facãozinho (1.100 m.)
Morro Rochedinho (625 m).